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O que é
Justificativa e Objetivos
Estratégia
O que é

O RS Biodiversidade - Conservação da Biodiversidade como Fator de Contribuição ao Desenvolvimento do Rio Grande do Sul – é uma das políticas do Governo do Estado para proteção e conservação dos recursos naturais e busca promover a incorporação do tema biodiversidade nas instituições e comunidades envolvidas.

Os recursos para execução Projeto provêm de uma doação de US$ 5 milhões do Fundo Global do Meio Ambiente (GEF) por meio do Banco Mundial, com contrapartida de US$ 6,1 milhões por parte do Governo do Estado.


Para execução do Projeto foi criada a Unidade de Gerenciamento do Projeto - UGP, lotada na Secretaria do Meio Ambiente, composta também por coordenadores técnicos pelos órgãos co-executores FZB, FEPAM, EMATER e TNC do Brasil

Participam também da execução do Projeto: DEFAP/SEMA – Departamento de Florestas e Áreas Protegidas da Secretaria do Meio Ambiente; FEPAGRO – Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária; EMBRAPA, AGEFLOR, SEDAI, Secretaria de Estado da Educação, APROPAMPA, SEBRAE.


Justificativa e Objetivos

O Rio Grande do Sul é uma região de transição entre biomas e zonas biogeográficas distintas, que apresenta paisagens e ecossistemas diversificados para uma área relativamente pequena, abrigando animais e vegetais com diferentes centros de origem, além de um número considerável de espécies endêmicas.

O Estado contém dois tipos de biomas: a Mata Atlântica e o Pampa, formados por diversos ecossistemas e, portanto, com uma biodiversidade abundante, incluindo-se muitas espécies de grande importância mundial.

As distintas características ambientais do Rio Grande do Sul possibilitam a utilização diversificada dos espaços. O manejo inadequado, aliado a fatores climáticos e geológicos vem causando graves impactos ambientais com repercussão socioeconômica e cultural.

São fundamentais ações de conservação para garantir a riqueza de espécies e ecossistemas, e reduzir as ameaças existentes sobre a biodiversidade.


Objetivo Geral

É promover a conservação e recuperação da biodiversidade, mediante o gerenciamento integrado dos ecossistemas e a criação de oportunidades para o uso sustentável dos recursos naturais, com vista ao desenvolvimento regional.

Objetivos Específicos

Os objetivos específicos do Projeto incluem:

a) Conservar a biodiversidade através de adoção de políticas públicas que promovam o desenvolvimento de sistemas de gestão e práticas de produção, fortalecendo as áreas protegidas em Unidades de Conservação.

b) Promover ações de recuperação em áreas importantes para a conservação da biodiversidade, onde se verifica fragilidade e agressão à biodiversidade do RS.

c) Elaborar avaliações técnicas das áreas de alta importância biológica, em especial, no bioma Pampa.

d) Garantir a função, a dinâmica e a evolução dos ecossistemas e das espécies endêmicas e ameaçadas de extinção ocorrentes no território do RS.

e) Fomentar a conscientização e a percepção públicas sobre a biodiversidade junto aos diversos setores da sociedade, integrando o tema às perspectivas produtivas, educando e capacitando nos diversos níveis.

f) Desenvolver instrumentos de gestão integrada, necessários para que se atinja o manejo eficiente e sustentável da biodiversidade e dos recursos naturais, inclusive dos recursos hídricos, que lhe dão suporte.

 


Estratégia

Dada uma realidade localizada, reconhecidamente frágil e significativamente rica na sua biodiversidade, busca-se interferir no curso do processo de sua evolução, por atuação direta, principalmente dos próprios ocupantes e gestores daquele território, com apoio do setor público, incorporando, de forma qualificada, a biodiversidade nas atividades produtivas, aprimorando-as, auferindo benefícios para o desenvolvimento sustentável das comunidades locais.

Para isso é preciso:    Apoiar os atores envolvidos nos distintos processos econômicos; Conhecer mais sobre o tema;Produzir instrumentos para aprimorar a gestão;Reduzir riscos e ameaças à biodiversidade;Capacitar as comunidades locais e outros atores com os quais se tenha interfaces operacionais;Divulgar o tema; e Operacionalizar todas essas ações em conjunto, de forma ordenada, em sintonia com um cronograma único, que seja referência para todos os envolvidos, desde o GEF, até o morador das distintas comunidades locais nas Áreas Prioritárias.



 

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